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Brasil tem projeção de crescimento de energia solar de 44% em 2019

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20 de fevereiro de 2019

Brasil tem projeção de crescimento de energia solar de 44% em 2019

O Brasil deve ter um aumento de 44% na capacidade de energia solar instalada neste ano. O avanço deve ser impulsionado graças a projetos de geração distribuída (GD), que devem acrescer 628,5 megawatts (MW) em capacidade solar ao país, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica – Absolar.

Ainda segundo a organização, esse salto vai posicionar o Brasil na marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação.

O ano de 2019 acena positivamente para o mercado solar nacional, conforme a Absolar, levando-se em conta a expansão impulsionada pela primeira vez pela chamada geração distribuída. Nesse sistema, as placas solares instaladas em em telhados ou terrenos geram energia para alimentar casas, indústrias e estabelecimentos comerciais.

Os projetos de geração distribuída (GD) vão somar 628,5 megawatts (MW) à capacidade solar do país, implicando num crescimento de 125%. Já as usinas fotovoltaicas devem totalizar 383 MW até o fim de 2019, um crescimento de 21%.

crescimento de energia solar
crescimento de energia solar

De acordo com a Absolar, a geração distribuída é viável e pode ser adquirida por meio de linhas de crédito.

A GD já havia se revelado forte nos anos de 2017 e 2018, registrando um crescimento de 172%, enquanto nas grandes usinas era de 86%. No período, os projetos de geração distribuída de menor porte incluíram 317 MW e, os empreendimentos mais robustos, 822MW, por meio de leilões de energia promovidos pelo governo.

Os altos custos da energia no país, mais significativamente, a partir de 2015, e a queda nos custos de equipamentos fotovoltaicos, os investimentos em geração distribuída foram recuperados em prazos que variaram entre três e sete anos.

O novo cenário se deve ainda à crise econômica que assola o Brasil. Esse fato diminuiu a demanda por eletricidade e provocou a suspensão de um leilão para a contratação de usinas renováveis no ano de 2016.

USINAS DE GRANDE PORTE

As contratações de usinas solares de grande porte foram reanimadas nos anos de 2017 e 2018, porém os projetos que se tornaram viáveis graças aos últimos leilões são obrigados, segundo contratos estabelecidos pelas empresas, a dar início à operação até 2022. Por outro lado, a GD se mantém em pleno avanço, em ritmo significativo.

Assim, de 2019 a 2020, o período será desafiador para a geração centralizada. Segundo observa a Absolar, o novo governo precisa estruturar um planejamento eficiente, que seja previsível, dando sequência ao setor para que consiga se organizar. A Associação observa que o cancelamento de leilões no ano de 2016 frustrou os investidores.

Para este ano, segundo calcula a Absolar, estima que a ampliação da fonte neste ano deverá render investimentos da ordem de R$ 5,2 bilhões e aproximadamente R$ 3 bilhões para a GD.

TEMOS MUITO PARA CRESCER

Mesmo com a prospecção dessa expansão, a energia solar ainda pode ser considerada tímida na matriz elétrica do Brasil, que grandes hidrelétricas dominam. A fonte de energia atende cerca de 1% da capacidade instalada no Brasil, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As líderes do mercado nacional são a Enel e a Engie.

A primeira, de origem italiana, conta com 703 MW de capacidade em usinas solares em operação no território nacional; a francesa Engie vem sem segundo lugar, com 218 MW e, em terceiro, a Atlas Renewable Energy, originária da Actis, empresa de investimentos britânica, com 174 MW.

Esse ranking poderá ser redesenhado em breve e ter como líder a CGN Energy International, empresa da China que está adquirindo 450 MW em usinas solares da Enel. O investimento foi anunciado recentemente. Com a transação acertada, a Enel assumirá a vice-liderança.

Outras empresas de destaque no Brasil, no setor de energia solar, são a Omega Geração e EDF (com 160,5 MW cada), da França; a norte-americana AES, com a controlada AES Tietê (150 MW), a Scatec (132 megawatts), da noruega; e GPG, da Naturgy (ex-Gas Natural Fenosa, com 120 MW), da Espanha, de acordo com dados da ePowerBay.

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