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Minas Gerais é líder em ranking nacional de geração de energia solar

Blog

24 de março de 2019

Minas Gerais é líder em ranking nacional de geração de energia solar

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) realiza estudo que mostra Minas Gerais líder no ranking nacional de capacidade instalada de geração de energia solar, com potência de 78 MW e participação de 22,10% no total do Brasil, que tem capacidade de geração de energia fotovoltaica de 350 megawatts (MW).Na sequência do ranking está Rio Grande do Sul (14,1%), São Paulo (12,6%), Santa Catarina (7%) e Paraná (5,4%).

Segundo o presidente da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, Minas Gerais lidera o ranking por três motivos claros. “O Estado tem a melhor legislação do segmento e os incentivos mais efetivos à geração de energia solar no Brasil. Isso ajuda a reduzir os impostos sobre equipamentos do setor e sobre a energia produzida; outro fator é a qualidade do recurso solar de Minas, em especial da região Norte; e, por último, a tarifa de energia elétrica mineira é uma das mais elevadas no Brasil”, pontuou.

Localizada no norte do estado, a cidade mineira Várzea da Palma, está em primeiro lugar no ranking nacional de geração solar distribuída, segundo a ABSOLAR, com o acumulo total de 11,8 megawatts de potência, o que representa 2,4% de todos os municípios brasileiros.

 

De acordo com o mapeamento da ABSOLAR, a fonte solar fotovoltaica, com base na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera de forma tranquila o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,4% das instalações do País.

A ECONOMIA FINANCEIRA É O PRINCIPAL INCENTIVO

O Presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, comenta que a motivação principal para a tomada de decisão, para o investimento em energia solar fotovoltaica, tem em sua grande maioria o caráter econômico-financeiro em primeiro plano, estando acima da motivação ambiental.

“A tecnologia proporciona uma ótima redução de gastos e, ao mesmo tempo, traz economia de dinheiro, contribuindo na prática para a construção de um País mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”.

Também são palavras do Presidente Executivo Rodrigo Sauaia que o crescimento de projetos de microgeração e minigeração distribuída de energia solar fotovoltaica no Brasil, tem sido impulsionado pelos seguintes fatores:

Primeiro fator é a redução de aproximadamente 80% no preço da energia solar fotovoltaica ao longo da última década. “Isso trouxe a energia solar para mais perto do bolso das famílias e do orçamento das empresas”, relatou.

O segundo fator é o forte aumento nas tarifas de energia elétrica.

Terceiro e último fator, a pressão socioambiental dos usuários, cada vez mais disponíveis a unir o útil ao agradável, ou seja, economizar dinheiro e preservar o meio ambiente, tomando partido nas causas sustentáveis.

PROJEÇÃO DO BRASIL EM 2019 PARA ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

O País tem hoje 37,1 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, 44,7 mil unidades consumidoras, e mais de R$ 2,5 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. Na quantidade de sistemas de energia solar fotovoltaicas instalados, os consumidores residenciais são os principais investidores, representando 76,7% do total.

Em segundo lugar, estão as empresas dos setores de comércio e serviços, com participação de 16,1%, seguido dos consumidores rurais (3,8%), a indústria (2,5%), o poder público (0,8%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,01%).

Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços, são lideres no uso da energia solar fotovoltaica, com 43,3% do total do Brasil, acompanhados de perto pelos consumidores residenciais (37,4%), indústrias (9,2%), consumidores rurais (6,5%), poder público (3,3%) e outros tipos, como serviços públicos (0,4%) e iluminação pública (0,02%). Em Minas Gerais, os números são semelhantes.

Para o ano de 2019, a ABSOLAR tem sua projeção, para o crescimento do mercado de geração distribuída solar fotovoltaica em mais de 97% frente ao total de 2018, com a entrada em operação de 628,5 MW, totalizando 1.130,4 MW acumulados até o final do período.

Com esta aceleração de investimentos, a participação do segmento no mercado solar fotovoltaico no Brasil subirá de 21,9% até 2018 para 34,2% até o final de 2019, demonstrando a importância deste segmento no setor. A projeção no ano de 2019 é de uma movimentação financeira acima de R$ 3 bilhões ao redor do País.

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Fonte: www.absolar.org.br