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Energia fotovoltaica, conheça os programas de incentivo para instalação

Blog

27 de abril de 2018

Você conhece o programa de incentivo ao uso da energia fotovoltaica no Brasil?

energia fotovoltaica

O Brasil é um país extremamente rico em recursos naturais. Possuímos as condições perfeitas para a produção de energia fotovoltaica: uma extensa bacia hidrográfica, com grande potencial de produção hidrelétrica e sol praticamente o ano todo e algumas regiões.

Com esse cenário perfeito, seria natural se pensássemos que somos uma das nações que mais utilizam fontes de energia renovável. Infelizmente, não é o que acontece. Apesar do potencial brasileiro, ainda limitamos nossa geração de energia ao uso de fontes hidrelétricas.

Regiões inteiras costumam ser alagadas para a construção de hidrelétricas, que tem como função iluminar os recantos mais longínquos do Brasil. Infelizmente, como boa parte do mundo, passamos por fases de poucas chuvas e secas duradouras, o que compromete nossa capacidade de geração hidrelétrica.

Quando a água seca, utilizamos alternativas altamente poluentes, como as termelétricas. Mais caras, elas trazem prejuízos para o bolso dos contribuintes e, principalmente, para o meio ambiente.

Felizmente o Brasil, alinhado ao movimento capitaneado por nações desenvolvidas, está enxergando o potencial de nossas matrizes energéticas renováveis, e investindo em programas que incentivam o uso dessas fontes como menor potencial poluente.

Você conhece algum destes programas? Nunca ouviu falar destas iniciativas tão positivas? Tudo bem. Preparamos um material extenso detalhando estas iniciativas.

Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuição de Energia Elétrica (ProGD)

Criado em 2015 pelo governo federal, esse programa incentiva a geração de energia elétrica utilizando outras fontes de energia, renováveis, como a energia solar e a energia eólica.

A expectativa da Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, para esse programa é ambiciosa: até 2030 sejam gerados cerca de 48 milhões de megawatts-hora, o equivalente a metade da energia gerada pela gigantesca usina de Itaipu.

Além disso, a agência responsável por gerenciar a energia elétrica no país espera que 2,7 milhões de unidades consumidoras (prédios públicos e privados, casas ou espaços como estádios, por exemplo) gerem sua própria energia.

Desta forma, o programa de incentivo de uso de energia renovável trará não apenas economia financeira, retirando do governo federal a responsabilidade pela manutenção e controle da rede de energia, mas, principalmente, reduzirá as emissões de carbono do país.

Projeções indicam que, quando colocadas em prática, estas iniciativas resultarão em 29 milhões de toneladas de carbono a menos sendo lançadas na atmosfera. Parece extremamente promissor, não é mesmo? E é. Agora que vocês conhecem um pouco do programa, vamos detalhar as alternativas de energia renovável que podem ser contempladas pelo ProGD.

Energia solar

Algumas regiões do Brasil são extremamente banhadas pelo sol, caso de regiões do semiárido nordestino. Entretanto, o preço para a instalação de equipamentos fotovoltaicos em empresas e, sobretudo para o consumidor final ainda é alto.

É preciso contratar uma empresa especializada para a elaboração do projeto, verificar se a região tem capacidade de geração de energia e também adaptar a rede interna para ser abastecida por esse tipo de energia.

Para incentivar os consumidores, sobretudo as empresas, a aderir à geração de energia solar, foi assinado um convênio permitindo que os estados isentem estas companhias do pagamento de ICMS. Esse crédito poderia ser utilizado tanto por pessoas físicas quanto jurídicas.

Para ter direito ao abatimento, basta que o contribuinte informe a identificação de imóveis que estejam sob sua titularidade, mesmo que não estejam no mesmo local da distribuidora de energia para a qual a energia produzida, e não utilizada, é repassada.

Outra iniciativa que vem ajudando a popularizar o uso da energia fotovoltaica é a possibilidade de financiamento, com recursos do Fundo de Garantia, para a aquisição dos equipamentos necessários para o sistema.

Essa energia é muito bem-vinda, afinal permite que consumidores que não teriam condições de financiar a aquisição da tecnologia possam empregar parte de seus recursos depositados na Caixa Econômica, para modernizar seu sistema elétrico.

medidor

Energia eólica

Ao contrário dos sistemas de geração de energia solar, que podem ser instalados em residências, um parque eólico requer uma área bem extensa. Para que funcione, são necessárias a instalação de torres e outros sistemas, como microgeradores e seus componentes.

Para popularizar esse sistema de geração em áreas que tenham capacidade de geração, estão em estudo formas de compensação financeira, além de projetos conduzidos por universidades para o desenvolvimento de aplicativos e tecnologias que permitam aproveitar os ventos em áreas com espaço reduzido.

Vantagens do uso da energia fotovoltaica

Além do claro benefício ao meio ambiente, através da redução no volume de carbono emitido, tecnologias como a energia fotovoltaica traz vantagens financeiras, tanto para o governo como para as pessoas físicas e jurídicas.

Apesar do impacto financeiro da adaptação inicial ao sistema fotovoltaico, o investimento necessário é recuperado em pouco tempo, com o abatimento no valor pago como tarifa de energia elétrica.

Destino de energia excedente

Tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, que se enquadrem no conceito de geração distribuída, a quantidade de energia produzida que não for consumida não pode ser vendida para as distribuidoras, mas o excedente fica a disposição da unidade que a gerou por até 05 anos, ou pode ser partilhado com outras unidades registradas sob o mesmo proprietário.

Futuramente, os consumidores que desejarem ficar com essa energia a mais produzida por seus sistemas poderão armazená-la em baterias, garantindo o abastecimento em dias nublados.

Economia de recursos para as grandes geradoras

Ao adquirir o excedente de energia fotovoltaica produzido por empresas ou casas, as grandes distribuidoras economizam recursos que seriam utilizados na construção de novos sistemas de distribuição.

O gasto necessário aqui seria apenas com a manutenção dos sistemas existentes, já que pontos remotos, onde não há estrutura de distribuição, seriam atendidos por essas tecnologias sustentáveis.

Fonte de renda

Famílias que se dedicam à agricultura e vivem em regiões do semiárido brasileiro costumam sofrer com os longos períodos de seca. Com os programas de incentivo ao uso de energia renovável, essas pessoas acabam ganhando uma nova fonte de renda.

Isso acontece porque as fazendas, que antes tinham colheitas perdidas, são utilizadas para a instalação de parques fotovoltaicos. Esses equipamentos, colocados ali por empresas especializadas, acabam rendendo uma espécie de aluguel aos fazendeiros, que podem também ter acesso a uma forma de energia segura e limpa.

Agora você conhece o programa de incentivo para instalar de vez um sistema fotovoltaico no seu estabelecimento. Se tiver mais alguma dúvida a respeito, entre em contato conosco. Estamos à disposição para atendê-lo.